18 anos de experiência em liderança de operações de TI complexas. Governança, FinOps e gestão de projetos integrados — para que o investimento em cloud se torne vantagem competitiva mensurável, não custo descontrolado.
Atuo na interseção entre governança de TI, gestão de projetos e operações cloud. Minha trajetória foi construída em ambientes onde estrutura precisa ser criada do zero, onde equipes grandes precisam de direção clara e onde C-level precisa de respostas, não de relatórios.
Na Valcann, gestiono uma carteira de 14 contas ativas — cinco delas Enterprise de grande porte — aplicando FinOps, Well-Architected Framework e práticas ITIL para tornar operações cloud auditáveis, previsíveis e defensáveis para o board. Na Nextios, construí do zero o PMO, a área de Governança e a estrutura de Segurança da Informação — entregando os selos MSP da AWS e quatro Competências em menos de dois anos.
Minha abordagem é simples: entender o que o negócio precisa de TI, estruturar processos que funcionem sem heroísmo individual e medir tudo que importa para quem toma decisão. Não gerencio projetos em planilhas — gerencio com presença, método e visão de resultado.
Lean Six Sigma Green Belt. PMP em conclusão (jun/2026). AWS Cloud Practitioner. AZ-900. ITIL OSA. ISO 20000. ISO 27001 Lead Implementer.
Cada case reflete situações concretas vividas em ambientes Enterprise. Empresas e pessoas permanecem anônimas — o método e o resultado, não.
FinOps não é iniciativa de TI — é iniciativa de negócio. Quando o CFO entende o que está pagando, ele se torna aliado da governança.
Governança conquistada com evidência gera resultado comercial tangível. As certificações não foram fim — foram prova de que o processo funcionava.
A maioria dos problemas de SLA não é técnica — é de processo. Quando o time sabe exatamente o que fazer, o heroísmo vira procedimento. E procedimento escala.
Projetos atrasados raramente têm problema técnico como causa raiz. A causa é quase sempre comunicação fragmentada e falta de um dono claro de decisão.
Minha abordagem é construída sobre seis eixos que se reforçam mutuamente. Não são frameworks decorativos — são a forma como tomo decisão e entrego resultado.
A maioria dos projetos não falha por falta de tecnologia — falha por falta de diagnóstico. Começo pelas causas, não pelos sintomas. Dois semanas de mapeamento valem mais do que seis meses de retrabalho.
Mapeio o perfil de cada decisor, calibro a linguagem para cada interlocutor e mantenho C-level informado com visibilidade de risco — não de tarefa. Ninguém deve se surpreender no final de um sprint.
SLA, custo, prazo, expansão de contrato — tudo que não é mensurável não entra na minha gestão. Defino KPIs antes de iniciar, meço durante e apresento no final com comparativo de estado anterior.
Gestão de risco não é seção de documento — é o critério com que escolho o que priorizar. Identifico, classifico e mitigo continuamente, com planos de contingência reais para os cenários mais prováveis.
Lean Six Sigma Green Belt em prática: retrospectivas reais, análise de causa raiz e revisão de processo a cada ciclo. Busco o estado onde a operação melhora sem depender de mim.
Converso com times de engenharia como par. Entendo arquitetura cloud, DevOps e o impacto técnico de cada decisão de negócio — isso elimina o ruído de tradução que atrasa 80% das decisões.
Publico regularmente sobre gestão de cloud Enterprise, FinOps, governança e liderança técnica. Conteúdo baseado em situações reais — não em teoria.
O que avalio antes de tocar em qualquer configuração: mapeamento de desperdício, auditoria de tags, revisão de políticas de segurança e conversa com o CFO sobre o que cloud significa para o negócio.
A conversa que tive com um diretor financeiro que queria cortar o budget de cloud pela metade. O que mudou o argumento dele — e o que não mudaria jamais.
Começar pelos processos antes de entender a cultura, documentar antes de validar e tratar stakeholder como usuário final em vez de co-criador. Cada erro teve um custo concreto.
Dados reais de SLA, tempo de resolução de incidentes e satisfação de cliente em operação do setor energético. Com e sem processo formal. A diferença não é sutil.
Não é sobre o modelo — é sobre os dados. O que aprendi aplicando AiOps em conta Enterprise: onde a IA economizou horas e onde gerou falso senso de controle.
A estrutura de apresentação que uso com C-level: foco em impacto de negócio, contexto de risco e próxima decisão necessária. Nenhum slide de arquitetura de cloud.
Um perfil que cobre toda a cadeia de governança, cloud e gestão — integrado, não fragmentado em silos.
Aberto a oportunidades em cloud Enterprise, projetos de consultoria em governança e FinOps, e posições de liderança em gestão de serviços de TI.
Aberto a posições de Gerente de TI, Head of Cloud Operations, Service Delivery Manager ou projetos de consultoria em cloud governance e FinOps para contas Enterprise.
Localização: São Paulo – SP